
O que poderíamos afirma das tradições? Um hábito da população em acreditar no fantástico. A Páscoa sem dúvida é uma dessas tradições milenares, que ascende os bons sentimentos das pessoas, assim como no natal. Data para lembrar do amor, dos desvalidos, dos miseráveis. E toda essa tradição nos remete a um personagem do passado, Jesus Cristo, não cabe aqui uma heresia, ou qualquer antética em relação às religiões. Porém, não podemos deixar de indagar, como poderíamosacreditar apenas em uma versão da História sobre a vida de Jesus Cristo, ou seja a versão dos católicos. Qualquer questionamento anticatólico, uma "jihaa" já se anuncia. As mentiras com certeza são muitas, mas também temos que ter em mente, que as verdades não são absolutas.
Aquilo que entendemos é aquilo que damos significados, porém os significantes podem mudar de cultura para cultura. Eis uma indagação, a cultura católica não estaria constantemente massificando o que as pessoas entende de fé? Considero que sim. Dessa forma, quando questionamos, qualquer de suas premissas, uma avalanche de excomungos se faz presente. Cabe aqui uma nova indagação: ser católico é um ato de fé ou um ato político? Entenda-se política como um ato de persuasão com o objetivo hegemônico. Assim, uma nova premissa se faz presente, o "ibope" de uma religião é a quantidade de adeptos ela tem, assim, torna-se dualistico idéia de religião. (Religião= religar as pessoas essencialmente no amor) Então por que a igreja sempre esta a anatematizar os "hereges" que dão outra versão para a sua História?
Como atualmente o caso "O Codigo da Vinci" de Dan Brown, sem dúvida um oportunista, que soube atingir o calcanhar de aquiles da Igreja Católica, a História. Se a sua ficção subjaz estudos sobre uma História profundamente analisada, não vem ao caso. O que causa perplexidade, é a reação da Igreja em insistir na sacralidade de sua História, e novamente excomungar mais um mortal. Dan Brow se tornou um milionário com todo este sensacionalismo. Entretanto, o seu tiro saiu pela culatra, historiadores deram o grito sobre a honestidade de sua história, pois há evidência de plágio.
Sobre a história abordada em "O Código da Vinci",é,nada mais nada menos do que uma reconfiguração, em tons sensacionalistas, da tese de Michael Baigent, Henry Lincoln, Richard Leigh, publicada em 1983 pela Dell Publishing Company e intitulada Holy Blood, Holy Grail. Portanto,porderíamos considerar plágio ou a fadada licença poética do artísta. Ironicamente, toda esse barulho em relação a sacralidade católica trouxe a tona, um estudo científico sobre o mito Jesus Cristo.
Levantamentos via internet, possibilitou também encontrar um interessante artigo sobre os druídas, o que nos expede ao período pré-cristião, leva a crer que o interesse pelo tema, reafimar a velha máxima, o que é proibido é que desperta o que há de bom no homem a transgressão sadia. O raciocínio objetivo. Enfim, porque a "História oficial" da Igreja deve se manter eternamente envolto em tanta sacralidade? Nunca foi heresia desvendar, heresia na acepção da palavra é ir contra qualquer doutrina estabelecida, desvendar não é desrespeitar. Então porque tanto temor da Igreja?
Obs: Para averiguação do leitor o endereço eletrônico sobre o artigo "Neo-druidismo": http://www.pucsp.br/rever/rv2_2006/t_donnard.htm#footnote1texto. Vale a pena.

2 comentários:
REALMENTE, NAO TINHA PENSADO NISTO. SÉRA QUE A IGREJA TEM ALGO A ESCONDER. MAS SINCERAMENTE EUSTOU POUCO ME FUDENDO PARA ISSO.
SEI LÁ , PARA MIM TUDO É SENSACIONALISMO.
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